No Mundo em que nos encontramos
Tudo está virado ao contrário,
Tudo está perdido nas ondas do mar.
A vida é como o mar,
Umas vezes sorridente e outras a chorar.
Por vezes, afogo-me na dor,
Na dor que nasce dentro de mim,
E que tão grande e profunda que ela é!
Nasce não sei como,
Mas sei que é verdadeira.
Uma dor que só eu sinto
Vendo o Mundo de pernas para o ar!
Este poema foi escrito pela minha pessoa no 8º ano de escolaridade… o meu hábito para a escrita ainda não tinha sucumbido para o meu quotidiano, mas já me interessava minimamente por esta. É engraçado como o tema dos meus poemas, geralmente estão sempre relacionados com a extensão da água salgada que ocupa a maior parte da superfície terrestre. Este tema será nostálgico? Será que o mar medita a maior parte dos nossos mais excitáveis momentos de paixão? Ou será pura e simplesmente porque a sua cor e a profusão das suas águas nos fazem sentir autenticamente iluminados, espontâneos? Por qualquer uma destas ou de outras razões, a verdade é que a criatividade estará sempre presente no ser humano, enquanto este consentir em visualizar esta nossa inspiração… o mar.